Arquivo mensal: março 2012

Um astro radioso sobe aos Céus: Chico Anysio!

O Brasil perdeu ontem um de seus maiores artistas: Francisco Anysio de Oliveira Paula Filho, o Chico Anysio.

Dono de uma criatividade capaz de engendrar mais de duzentos personagens, em sessenta anos de carreira, Chico Anysio tinha o Sol no signo de Áries, conjunto a Urano e ao Nodo Lunar Norte, o que revela o dinamismo do seu gênio inventivo.

O próprio signo de Áries ascendia, reforçando esse conceito e anunciando o pioneirismo daquele que viria a ser considerado o maior humorista do Brasil.

Chico começa a brilhar por volta dos quinze anos, em programas de rádio do Rio de Janeiro, quando o planeta Urano fazia um sêxtil, um ângulo altamente positivo com a Lua, em seu mapa natal. Grande prenúncio de uma carreira impregnada de magia, que encantaria gerações sucessivas de admiradores, uma vez que a Lua é quem rege, astrologicamente, a magia e o encanto.

Chico Anysio (14 de Abril de 1931, 5h00, Maranguape, CE)

No ano de 1973, com Urano fazendo um trígono, outro ângulo altamente favorável com a sua Lua, Chico inicia o Programa Chico City, na Rede Globo, onde se notabiliza pela criação de alguns de seus mais famosos tipos, como Pantaleão, Popó, o Véio Zuza, Coalhada e muitos outros. Mais magia e encantamento para o público que, cativo de seus personagens, repetia chavões como “É mentira, Terta?”.

Uma conjunção Júpiter – Plutão domina o mapa de Chico Anysio, próxima ao Fundo do Céu. Eis o porque de tanta expressividade e, ao mesmo tempo, tanto impacto que os seus personagens causavam nos telespectadores.

Porém, o que mais chama a atenção, no mapa astrológico desse grande artista, é a presença da Lua, no signo de Aquário, na sua décima-primeira casa, a casa dos amigos: isso talvez explique o porque de tanto sucesso: Chico Anysio não fazia fãs ou admiradores; mesmo a distância, ele fazia amigos. Milhões de amigos.

Harold Lloyd

Como reflexão, o conceito proposto por outro grande comediante, o meu xará americano Harold Lloyd:

“A vida é feita trinta por cento de tragédia e setenta por cento de comédia. Por isso, quem faz comédia tem mais contato com a realidade”.

Anúncios

Lua e Sol se encontram = Lua Nova

A Lua Nova se dá todas as vezes em que a Lua e o Sol se encontram na mesma longitude zodiacal, ou seja, no mesmo ponto do Zodíaco.

Inaugura um período (que dura até a Lua Crescente) em que a natureza e o Cosmos clamam por renovação.

Hoje, precisamente às 11h37, aconteceu o encontro da Lua Nova, aos dois graus e vinte e dois minutos do signo de Áries. Hora, portanto, de renovação.

E ainda mais, por que esta é a primeira Lua Nova do ano, que se iniciou quando do equinócio vernal, no dia 20 de Março.

A força de Áries nos pede ação e impulso. Quando o Sol entra em Áries, nos traz a consciência da necessidade desse lançar-se. E quando a Lua se junta ao Sol, duplica a força ariana e nos mobiliza emocionalmente para a ação.

Duas recomendações astrológicas, portanto:

1. Dê movimento à sua vida, busque o novo, lance a si mesmo e às suas ideias; e

2. Cuidado com os excessos: toda ação é benéfica, quando planeja e direcionada. Quando explosiva, pode ser catastrófica.

E você, que já tem o seu mapa astrológico, observe em que casa do seu mapa está o ponto da Lua Nova (dois graus e vinte e dois minutos de Áries). Essa é a área da vida que pede, nesse momento, a sua ação, o seu impulso.

Mãos à obra!!!

O Sol ingressa no signo de Áries, iniciando o Ano Novo Solar

A escolha do dia 1º de Janeiro como data inicial do ano civil e primeiro dia do calendário nada mais é do que uma mera convenção social. A Astrologia, como “relógio qualificador do tempo” e ciência que estuda os ciclos cósmicos, indica-nos de forma diferente o início do ano, apontando-o para o momento em que o Sol entra no signo de Áries, primeiro do Zodíaco, símbolo do início e do impulso, da aventura do começar.

Precisamente às 02:14, neste dia 20 de Março, ocorre o Equinócio de Outono (para o Hemisfério Sul; de Primavera para o Hemisfério Norte), coincidindo com o momento em que o Sol chega a 0º (zero graus) de Áries. Esse momento marcante caracteriza-se por um interessante fenômeno astronômico (e simbólico): o dia e a noite têm exatamente a mesma duração (a palavra “equinócio” é oriunda de “aeque nocte” = “noite igual” ao dia).

O signo de Áries, simboliza o fogo inicial da Criação, o impulso da Aventura.

Mitologicamente, Áries está associado ao mito da busca do Velocino de Ouro, em que o herói grego Jasão organiza uma expedição composta por mais de cinqüenta dos maiores e melhores heróis da Grécia, entre eles, Hércules, Castor e Pólux, Peleu, Orfeu. A bordo da nau Argo, os aventureiros, cognominados “Argonautas”, viajam até a Cólquida, na Ásia Menor, passando por mil peripécias para conquistar a pele de ouro do carneiro Crisômalos, filho de Netuno, que tinha poderes miraculosos. O leme da nau fora construído com madeira do bosque sagrado de Dodona, consagrado a Palas Athena, que lhe conferiu a capacidade de falar, guiando os navegadores.

A entrada do Sol em Áries inaugura, portanto, um ciclo em que o Cosmos nos convoca à aventura, ao arriscar-se, ao lançar-se.

Com a entrada do Sol em Áries comemoramos a Primavera Cósmica, mesmo que o equinócio seja de Primavera apenas para o Hemisfério Norte, enquanto que, no Hemisfério Sul, inicia-se o Outono. É que o signo de Áries está associado ao conceito do grande impulso e por isso à Primavera. Importante ressaltar que a palavra “primavera” vem do latim “primus + veritas” (= primeira verdade). Áries é, portanto, a primeira verdade expressa pelo sagrado círculo do Zodíaco.

E, durante a estada do Sol neste signo, temos a mais propícia época para iniciar novos projetos, lançar novas sementes ou mesmo reativar velhos projetos que andavam meio adormecidos.

Logo após a entrada em Áries, o Sol faz conjunção com Urano, o que pode colocar ainda mais fogo nesse momento, pois Urano é o grande significador de mudanças e revoluções. Fique atento, portanto, pois, nos próximos dias, você pode ter insights e inspirações que serão capazes de ajudar você a recriar ou reinventar a sua realidade e a das pessoas que estão ao seu redor.

Como reflexão, deixo o pensamento ariano, atribuído ao escritor americano Ralph Waldo Emerson:

“A criação de mil florestas começa com uma única semente.”

Aproveitamos para desejar a todos um Feliz Outono e um Ano Novo Solar pleno de crescimento e prosperidade!!!

Palestra A Astrologia e a Nova Era da Espiritualidade

A UNIPAZ PERNAMBUCO

 

Convida você na próxima quarta-feira, 14 de março, horário de 19:30h às 21:30h, em sua sede, para a palestra

 

2012

Momento de Mudanças Planetárias:

A Astrologia e

a Nova Era da Espiritualidade

com  o astrólogo Haroldo Barros

 

A Astrologia e a Cosmologia será um dos tópicos de reflexão desta palestra. Alguns eventos  astrológicos altamente significativos identificam o período histórico que se inicia como um marco na construção do futuro da humanidade. Os ciclos celestes e os fenômenos terrestres serão abordados para esclarecer as mudanças planetárias que estamos vivendo e os profundos impactos delas sobre nós.

 A Unipaz Pernambuco tem como missão disseminar uma Cultura de Paz através do “Cuidar do Ser”com base na abordagem sistêmica desenvolvida pela Universidade Internacional da Paz, fundada por Pierre Weil. 

 

Endereço: Rua Enéas de Lucena 244, Encruzilhada,

Recife PE. Fone/Fax: 81 3244.2742 unipazrecife@unipazrecife.org.br  www.unipazrecife.org.br

Espetáculo nos Céus: Júpiter e Vênus se encontram!

Ainda sobre o post publicado no Sábado passado, referente ao grande trígono envolvendo Plutão, Marte e a conjunção Júpiter-Vênus, informo que, quem quiser se extasiar, olhe na direção do poente, logo após o crepúsculo e verá algo de deslumbrante:

Os planetas Vênus e Júpiter, que se aproximam para formar a conjunção exata.

Durante ainda alguns dias esse lindo show, oferecido pelo Criador, estará disponível gratuitamente nos céus, no mesmo horário.

Aproveitemos!

Grande Trígono Envolvendo Júpiter, Vênus, Marte e Plutão

Nessa semana, teremos uma bela configuração no céu: um grande trígono, ou seja, uma triângulo azul, belíssimo e raro, entre Marte, Plutão e a conjunção Júpiter-Vênus.

Essa configuração atinge seu grau de maior exatidão na quarta-feira, dia 14 de Março e traz grande e bela energia de integração e expansão, especialmente no que diz respeito às questões afetivas e relacionais.Grande Trígono envolvendo Vênus, Júpíter, Marte e Plutão

Conta uma das mais belas páginas da mitografia grega que o poderoso Júpiter, pai dos deuses e dos homens, soberano do Olimpo, passeava pela Terra, acompanhado de seu filho e mensageiro, o solerte Mercúrio.

Disfarçados, caminhavam por um vale habitado por diversas famílias de agricultores e pediram pousada em uma dessas casas.

Irritado, o fazendeiro alegou não ter alimento suficiente para receber nenhum viajante e mandou embora os peregrinos. Em outra casa, a dona disse não ter acomodações; e a cada casa em que chegavam, novo pedido e nova recusa. Furioso, Júpiter já pensava em punir toda aquela gente, por negar-se a prestar o sagrado serviço da acolhida e da hospitalidade, prática, aliás, determinada por ele próprio aos deuses e aos homens (por isso mesmo, Júpiter tinha o epíteto de Xenios, o “protetor dos estrangeiros”).

Na última das casas, tiveram sorte diferente: foram recebidos pelo velho Filemo e sua Esposa Báucis, um empobrecido casal, já no fim da vida, que abrem as portas para o que acreditavam ser viajantes em busca de pouso por uma noite.

Júpiter e Mercúrio em casa de Filêmon e BáucisAconchegados diante da lareira, Júpiter e Mercúrio observam Filemo colocar pétalas de rosas na água, para que os visitantes possam se lavar, enquanto Báucis tira-lhes as pesadas botas de viagem. Depois disso, os dois idosos desdobraram-se em preparar, com os parcos mantimentos de que dispõem, uma refeição decente para os viajantes, composta de figos e uvas secas, queijo e pão de cevada. Insatisfeito com a pobreza da refeição, Filemo, com um cutelo na mão, põe-se a perseguir o único pato da propriedade, uma velha ave que servia de vigia, a fim de levá-lo para a panela. Mercúrio ria-se com as infrutíferas tentativas do velho que, mal podendo andar, tropeçava e claudicava atrás do pato. Este, percebendo o perigo, esconde-se entre as pernas de Júpiter. O poderoso deus declara que o pato está sob sua proteção e deve ser poupado.

Após a refeição, Báucis prepara a cama para os viajantes, com palha fresca e lençóis de tecido velho e grosseiro, porém limpos.

Na manhã seguinte, Júpiter e Mercúrio revelam suas verdadeiras identidades e dizem que, como prêmio por sua caridosa hospitalidade para dois desconhecidos, Filemo e Báucis podem pedir qualquer coisa que desejarem. O velho casal se entreolha e pede apenas a graça de não sobreviver um ao outro: quando um deles morrer, que o outro o acompanhe imediatamente.

Profundamente tocado por aquela prova de amor conjugal, Júpiter sente saudades de sua esposa Hera e retorna com Mercúrio ao Olimpo, após abençoar o casal. Naquele instante, uma terrível inundação se abate sobre o vale, que fica inteiramente submerso, com exceção da propriedade de Filemo e Báucis. Sua casa se transforma num luxuoso templo em honra a Júpiter Xenios e eles são alçados à condição de sacerdote e sacerdotisa daquele templo.

Filemo e Báucis viveram ainda muitos anos em plena felicidade, chegando a uma idade avançadíssima, que mortal algum jamais alcançou.

Um dia, percebendo que havia chegado o momento, caminharam para a frente do templo, trocaram as últimas palavras e olhares, deram-se as mãos e prepararam-se para a última viagem. E sentiram, um no outro, a estranha transformação: uma grossa casca tomou o lugar da pele, o corpo de avolumou, os cabelos encanecidos se transformaram em lindas folhas verdes… Haviam se transformado em duas árvores, dois exuberantes loureiros, cujas ramagens se entrelaçam.

E dizem que até hoje, entre as ruínas do templo, os dois loureiros permanecem abraçados, um testemunho vivo de amor profundo e verdadeiro.

O grande trígono que estará nos céus nessa semana é um indicativo de um momento particularmente propício aos processos de aprofundamento e expansão dos relacionamentos.

Ótimo momento, portanto, para aquela conversa séria, para aquele grande projeto a dois, para o estabelecimento de grandes parcerias, pois as sementes lançadas ao solo neste momento terão as possibilidades de expansão e profundidade, a longo prazo.

Aproveite o momento. Reflita que, muito mais do que simplesmente romantismo, o amor é feito de companheirismo, cumplicidade e, claro, sacrifícios. Aliás, o amor se mede, sobretudo pelos sacrifícios.

O momento favorece a maturidade, a sensibilidade e generosidade para com o outro.

Uma sugestão.

Se você vivencia, neste momento, uma relação, fique atento: esse lindo trígono envolvendo Vênus, Júpiter, Marte e Plutão é na verdade um grande convite a que vivenciemos com toda a intensidade a beleza de momentos mágicos, encantados. Toda relação deve ser encarada com seriedade e objetividade. Mas deve haver o momento para o sonho e o encanto.

Bem, este é um momento para encanto.

Mais: como os astros envolvidos estão ocupando os três signos de Terra (Marte está em Virgem; Plutão, em Capricórnio; e a conjunção Júpiter-Vênus, em Touro), mais do que viver e sentir o encanto, temos a possibilidade de plasmá-lo, moldá-lo e efetivá-lo na realidade.

Vamos aproveitar!