Arquivo mensal: setembro 2015

Eclipse Lunar Total!!! E Superlua!!!

Na noite deste dia 27 de Setembro, aqueles que se dispuserem a voltar os olhos para o Céu apreciarão um espetáculo: o Eclipse Lunar Total e a Superlua!

Este é um evento cósmico de rara beleza, que chama nosso olhar para os céus.

E diante desse fenômeno, as grandes questões que se propõem são as seguintes: qual o significado de um eclipse e como se verificam os seus efeitos em nossa vida cotidiana?

A palavra eclipse vem do grego ekleipsis, que significa, em uma tradução livre, desmaio. Do ponto de vista astronômico, um eclipse ocorre quando a luz de um astro é ocultada por outro ou pela sombra de outro. No caso presente, a Lua será ocultada, pois ficará, no momento da Lua Cheia, dentro do cone de sombra projetada pela Terra. Ou seja, a Terra, entre o Sol e a Lua, impedirá que a luz solar chegue até a Lua que, sem luz própria, refletindo apenas a luz recebida do Sol, ficará parcialmente apagada.

No caso do Eclipse deste dia 27 de Setembro, a Lua deverá adquirir, na fase máxima de ocultação, uma cor avermelhada, escura, o que faz com que o fenômeno seja também conhecido como lua de sangue.

Um fator de grande significância é o fato de que a a Lua Cheia deste dia 27 coincide com o perigeu, ou seja, o momento em que a Lua está mais próxima da Terra. E quando o perigeu coincide com a Lua Cheia, o disco lunar tem um aumento de 13 a 14% no seu diâmetro aparente. E esse fenômeno ficou conhecido como Superlua!

Ou seja, o evento deste 27 de Setembro é duplo: Eclipse + Superlua! Ou, poderíamos dizer, uma Superlua Eclíptica.

Do ponto de vista astrológico, um eclipse significa um desmaio, uma falência de uma das luzes celestes que compõem a totalidade da psique. Afinal, é isso o que os astros representam: partes da alma.

E já que tudo está relacionado entre si, quando uma dessas luzes se apaga, no céu, apaga-se também a correspondente luz dentro de nós.

Um eclipse, portanto, representa um desmaio que ocorre dentro de nossa psique, um apagão emocional que desencadeia uma espécie de black-out daquela parcela de nossa alma.

Um detalhe: após a escuridão, a luz ressurge, após o desmaio, retorna a consciência. Ao retornar a luz, porém, não somos mais os mesmos. Algo foi reformulado, inapelável e inevitavelmente, pela escuridão do eclipse. Ou seja, o pós-eclipse enseja um renascimento e uma transformação.

O eclipse ocorrerá com a Lua a quatro graus de Áries, enquanto o Sol estará aos quatro graus de Libra.  Se você tem o seu mapa astrológico, poderá avaliar que área da vida (que Casa astrológica) será a mais afetada pelo fenômeno.

Lembramos que o eixo Áries-Libra é o eixo astrológico do equilíbrio e que contrapõe o Eu e o Outro. Este eclipse é, portanto, um convite a uma reflexão acerca daquilo a que precisamos equilibrar em nossa vida; assim como restaurar o equilíbrio nas relações, em qualquer nível.

Ao ressurgir do black-out, a Lua nos traz a possibilidade de ir além da forma de nossa própria estrutura egóica, a fim de redefinir a nossa identidade, especialmente no que diz respeito aos limites (ou falta deles) em nossa interação com o outro significativo para nós.

Como disse Chaplin, aquilo que é mais profundo em teu ser, daí emergem oscharlie-chaplin teus mais verdadeiros desejos; e dos teus mais verdadeiros desejos, daí emerge a tua mais inabalável vontade.

E essa vontade será capaz de construir o nosso destino.

Porém, às vezes é preciso demolir para depois reconstruir. E se não demolimos o que precisa der demolido, o destino se encarrega de ajustar as coisas para nós, mesmo que de maneiras nem sempre suaves.

Nós, seres humanos vivemos ofuscados pelo nosso próprio brilho e exuberância ou pela iridiscência da insana sociedade que construímos. Às vezes, é preciso que um pouco dessa luz se apague para que, na suave penumbra de nossa alma, possamos contemplar a inteireza de nossa essência.

Durante os próximos dias, ainda sob impacto do eclipse, você pode aproveitar a oportunidade para refletir sobre a sua necessidade de transformação. E começar a agir de acordo.

E não tenha medo se alguns demoninhos interiores aproveitarem para dar o ar de sua graça. Pois é, eles existem, sim. São os filhos das nossas próprias sombras internas. Nossos medos, ranços, frustrações, negações… E, quando a luz se apaga, eles criam coragem de aparecer à superfície. Aproveite e olhe-os bem de perto!

Sugiro que você acompanhe o fenômeno, nos céus. Além de ser um belíssimo espetáculo celeste (e inteiramente gratuito,diga-se de passagem), o fato de contemplar, do lado de fora, o apagar da Lua, poderá ajudar a compreender, do lado de dentro, o desmaio de nossa Lua interna.

Dicas para observação

Um eclipse lunar total representa uma diminuição gradativa do brilho da Lua, que apresentará uma coloração avermelhada.

Observe a figura abaixo (fonte: http://www.climatempo.com.br).

Eclipse 15 de Abril 2014

 

A tabela abaixo, elaborada pelo Professor Marcos Calil, da Climatempo, indica as possibilidades de visualização.

Eclipse 25 de Setembro 2015

 

 

 

Este belo espetáculo astronômico será visível em todo o território brasileiro, de forma que poderemos aproveitar a oportunidade para uma boa observação.

Lembre-se de que cada eclipse é uma nova oportunidade de testemunharmos os desmaios em nossa alma. E, claro, o consequente redespertar em seguida.

Dica cinematográfica

E como não poderia deixar de ser, aqui vai uma dica cinematográfica: Eclipse Mortal (Pitch Black, USA, 2000), dirigido por David N. Twohy e estrelado pelo

Cena de Eclipse Mortal

Cena de Eclipse Mortal

saradão Vin Diesel, aparentemente só mais um assustador e eletrizante thriller de terror e ficção científica, porém riquíssimo em símbolos. Levantando, inclusive, questões significativas sobre religião, ética e justiça.

Mas essa dica é só para quem tiver a coragem necessária para olhar bem de perto a cara de seus demoninhos interiores, que o apagar das luzes às vezes mostra!

E se você não tiver (ainda) essa coragem, melhor não assistir. Você pode perder o sono…

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O Sol entra em Libra. Início da Primavera!

O astro do dia, em seu eterno caminho ao longo do Zodíaco, adentra o signo de Libra, dando início à Primavera.

Os quatro signos cardeais, também chamados impulsivos, estão ligados às quatro estações do ano solar. Portanto, a entrada do Sol em cada um desses signos assinala o início de uma estação, estabelecendo um novo ciclo. Assim, ao entrar o Sol em Áries, inicia-se o Outono, para o Hemisfério Sul do planeta; em Câncer, inicia-se o Inverno; em Libra, a Primavera; e em Capricórnio, o Verão.

É importante, talvez, observar os ciclos da Natureza e seus significados. Durante o Outono e o Inverno, a Natureza míngua, contrai-se, aparentemente até morre, pois a folhas caem, muitos animais se entocam e tudo parece árido. Nesse momento, a semente que foi lançada à terra está se nutrindo, desenvolvendo-se, preparando-se para germinar; igualmente, os animais preparam suas futuras ninhadas. Quando chega a Primavera, todo esse potencial desabrocha, germina e a Natureza irá colorir-se das cores da alegria e da luz. As flores se abrem, as plantas se arriscam a emergir da terra em busca do calor do Sol. Chegado o Verão, essa potência desabrochada atinge a plenitude, a maturidade e é chegada, então, a hora da colheita.

Obviamente, para quem mora muito próximo à linha do Equador, as estações do ano não são assim tão bem delineadas. É mais comum que se pense em duas estações: uma chuvosa e outra seca. Entretanto, qualquer um de nós poderá observar toda essa ciclologia, simplesmente prestando atenção aos nossos próprios ciclos internos, pois cada um de nós passa, já que o macrocosmos (o Universo) e o microcosmos (o Homem) são reflexo um do outro, por essas mesmas quatro etapas, em cada fase, idéia ou projeto que empreender.

A entrada do Sol em Libra, sétimo signo do Zodíaco, do ritmo cardinal e do elemento ar, acontece neste dia 23 de Setembro, precisamente às 05h20 (hora de Brasília) e marca o início da Primavera, ou seja o Equinócio de Primavera para o Hemisfério Sul, momento cosmicamente convidativo para o desabrochar de nossos projetos, de nossas idéias e de tudo aquilo que pretendemos transformar em realidade. Toda essa fase poderá estar permeada de uma serenidade e uma significativa fantasia que permitirá estabelecer nossos objetivos com equilíbrio e vivenciar a paz e a alegria de viver.

Aproveite, portanto, o momento, lembrando-se de que o desabrochar de sua beleza interna, seus potenciais e sua alegria só tem sentido se for para fora, para o mundo, pois com Libra se inicia o ciclo dos signos voltados para o social, para o que está além do eu individual, ciclo que vai até Peixes. Afinal, não se fala em desabrochar para dentro, não é mesmo?

Aproveitamos para desejar a todos os nossos amigos e leitores uma Feliz Primavera!

E aos librianos, uma feliz celebração de aniversário!

Júpiter em oposição a Netuno


Conflito entre Júpiter e Netuno, indicando um momento de necessidade
de revalorização da espiritualidade e da fraternidade.

Na península do Kathiawar, na Índia, manhã cedinho, o sono de um garoto de 12 anos, de casta superior indiana e filho de ministro do príncipe de Rajkot, é interrompido pelo ruído causado pelas rodas de duas carroças sobre o calçamento irregular do pátio externo da esplêndida residência. Curioso, da janela do seu quarto, o jovenzinho observou dois homens, pai e filho igualmente maltrapilhos, despejarem os latões de lixo nas carroças por eles próprios tracionadas.

Minutos após, escovado e limpo, devidamente acomodado para o chá matinal, o garoto indagava da sua mãe sobre os dois catadores de lixo. A reprimenda é severa, posto que ele, segundo a mãe, como filho de ministro de príncipe e de casta superior, não deveria sequer olhar para aqueles dois párias imundos, devendo manter-se à distância daquele tipo de gente.

Gandhi

Gandhi

No dia seguinte, idêntico horário, os latões são descarregados por três pessoas, os mesmos de ontem e mais o jovem filho de ministro do príncipe. Diante do alerta honesto de um dos lixeiros – “afaste-se de nós, somos párias” – a resposta ainda hoje ecoa nos tímpanos dos bem nascidos que possuem consciência social consolidada numa prática transformadora conseqüente: “Eu sei disso. Mas isso não me importa nada“.

O desmaio da mãe ao ver o filho carregando lixo, bem como a surra tamanho família ministrada pelo pai, de nada valeram para aquele menino de nome Mohandas Karamchand Gandhi, consagrado universalmente, décadas mais tarde, como Mahatma Gandhi, o profeta da Índia livre.

“Sem jamais omitir meus balizamentos gandhianos, alertaria fraternalmente todos aqueles que buscam ampliar a dignificação do Ser Humano para uma data que não deveria findar relegada ao baú do esquecimento: 30 de janeiro de 1948. Naquele dia, Gandhi era assassinado. Um dos maiores baluartes da não-violência ativa tombava, três tiros disparados por um sectário que certamente não entendia o significado das suas palavras: ‘O amor é a força mais humilde, e também mais poderosa, que o mundo possui. O mundo está cansado de ódio’ ”.

O trecho acima, extraído de ensaio do escritor, pensador, consultor e (Querido!) professor pernambucano Fernando Antônio Gonçalves, mostra-nos a força marcante e a personalidade do Mahatma, (expressão indiana que significa “a grande alma”).

Continua o professor:

“Ecumênico, universalmente aberto a todos aqueles que buscavam Justiça e Paz, Gandhi era aprofundado nos grandes

Fernando Antônio Gonçalves

Fernando Antônio Gonçalves

livros da Humanidade: a Bíblia, o Alcorão, os Vedas e os filósofos gregos, tornando-se empolgado, conforme suas palavras, com o Novo Testamento, principalmente com o Sermão da Montanha. Sem abdicar dos seus parâmetros religiosos, não titubeou em proclamar certa feita: ‘Cristo é a maior fonte de força espiritual que o homem conheceu. Ele é o exemplo mais nobre de um que deseja dar tudo sem pedir nada. Cristo não pertence somente ao Cristianismo, mas ao mundo inteiro’. ”

Poderíamos continuar tecendo comentários significativos acerca daquele que foi chamado por alguns de “o maior cristão do Séc XX”, mas não é essa a nossa intenção. O que pretendemos, é a utilização de Gandhi como exemplo ilustrativo do evento astrológico sobre o que pretendemos chamar a atenção: a oposição entre Júpiter e Netuno.

Esse evento astrológico nos convida a uma reflexão mais profunda acerca de nossa prática de vida, de nossa ação espiritual e de nossa fé. O mundo será aquilo que nós construirmos com nossos comportamentos, nossas ações e com aquilo em que acreditarmos.

As ações espirituais são de interesse universal porque na natureza intrínseca da totalidade dos seres humanos estão as ânsias de liberdade, igualdade e dignidade, que todos têm o direito de desfrutar e exercitar.

Numa época em que cada vez mais se fala de espiritualidade, ao mesmo tempo em que menos se pratica, a oposição Júpiter-Netuno nos lembra que não basta apenas declarar que todos os seres humanos devem desfrutar de uma mesma dignidade, mas isto deve ser traduzido em ações.

O Cosmos nos lembra que temos a responsabilidade de encontrar caminhos para conseguir uma distribuição mais equitativa dos recursos materiais.

E que cada um de nós deve aprender a trabalhar não apenas para si próprio, para sua própria família ou por seu país, mas também em benefício da humanidade inteira.

Há que se refletir, também, nestes tempos de Netuno em Peixes, sobre as diferenças entre a religião e o que consideramos espiritualidade ou prática espiritual. Afinal, muito se tem matado e destruído em nome da religião e pouco se tem agido em nome da espiritualidade.

Nossa gratidão, pela ajuda, ao Professor Fernando, esse pernambucano e cristão gota serena de bom, que sabe falar de coisas sérias de forma leve faz do humor e da alegria uma forma de espiritualidade.

Análise Cíclica

Independentemente da qualidade própria desse momento, sinalizada pela oposição Júpiter-Netuno, do ponto de vista ciclológico cabe também uma observação.

Como já comentamos em outros artigos, neste blog, o ciclo sinódico entre dois planetas se dá da seguinte maneira: na conjunção (quando os dois planetas se encontram no mesmo grau do Zodíaco), inicia-se um ciclo, novas sementes são lançadas, algo novo começa. O planeta mais rápido continua avançando e, na oposição (quando os planetas estão a 180º), esse ciclo atinge o seu máximo. Nesse ponto, as sementes lançadas no momento da conjunção frutificam (para bem ou para mal) e rendem resultados. Mas, entre a conjunção e a oposição e vice-versa existem dois momentos em que os planetas se colocam em quadratura (a 90º um do outro). Os pontos de quadratura representam momentos de crise, de oportunidade. A quadratura crescente (entre a conjunção e a oposição) está relacionada a crescimento. Às vezes, nesta fase, faz-se necessário um ajuste ou reordenamento de metas, para que os projetos ou vivências iniciadas na conjunção continuem ou até mesmo se extingam de vez. Já a quadratura minguante (entre a oposição e a conjunção) está relacionada a uma crise que solicita novos ajustes, porém com vistas ao encerramento do processo.

Ciclo Sinódico

E, na nova conjunção, o ciclo é definitivamente encerrado e um novo se inicia.

Alguns desses ciclos duram um mês, como é o caso dos ciclos envolvendo a Lua. Outros duram vinte anos, como é o caso do ciclo Júpiter-Saturno. E outros ainda duram treze ou catorze anos, como é o caso deste ciclo Júpiter-Netuno.

Quando observamos esse tipo de ciclo, percebemos que o tempo e seu desenrolar em nossa vida fica impregnado de significados. E vivemos em meio a uma infinidade desses ciclos, que se mesclam e se interpenetram entre si.

A vez mais recente em que Júpiter e Netuno fizeram uma conjunção foi entre Maio de 2009 e Janeiro de 2010. Avalie com cuidado: que sementes você lançou, nos entornos desse momento? Que projetos ou vivências você iniciou aí?

Júpiter e Netuno fizeram uma quadratura crescente em Junho de 2012 a Março de 2013. Pergunte-se: que tipo de crise de ajustamento seu projeto ou vivência passou, durante esse momento?

A oposição Júpiter-Netuno ocorre agora, entre Agosto de 2015 e Julho de 2016. Aqui acontece o apogeu do ciclo.

Fique atento. É hora de colher os frutos (positivos ou negativos) de todo o ciclo.

A quadratura minguante Júpiter e Netuno ocorrerá entre Dezembro de 2018 e Outubro de 2019.

 Eis aí o momento da crise final, o princípio do fim do ciclo.

E a conjunção Júpiter-Netuno ocorrerá entre Abril e Maio de 2022. Aí se encerra o ciclo iniciado em 2009 e começa outro, que deverá desenrolar-se da seguinte maneira:

Quadratura Crescente: em Março a Julho de 2025;

Oposição: em Setembro e Outubro de 2028;

Quadratura Minguante: em Dezembro de 2031 a Fevereiro de 2032;

Nova conjunção: Março e Abril de 2035.

Fique atento. E aproveite para usar os momentos cíclicos a seu favor, em vez de nadar contra a correnteza cósmica.

Saturno transita em Sagitário

Caros Amigos,

Ao ingressar no signo de Sagitário, em fins de 2014, Saturno inaugura um importante ciclo de estruturação.

Depois, assume um movimento retrógrado em Março de 2015 e retorna a Escorpião em Junho, como se ainda necessitasse transmutar algo, antes de continuar seu avanço pela Roda da Vida (o Zodíaco).

Retoma o movimento direto (para frente) no início de Agosto e agora retorna em definitivo a Sagitário, no dia 17 de Setembro, dando continuidade a este importante ciclo.

Por isso, reenvio o vídeo que gravei na época do ingresso, para que recordemos todos os impactos desse importante evento celeste em nossas vidas.

Clique na imagem abaixo.

Video Saturno Youtube

 

Paz e Luz!

Haroldo Barros

 

Marte em trígono com Urano

Significativa configuração entre esses dois planos da alma, indicando a possibilidade de revolução e impulso dos nossos projetos.

 

Imagine a possibilidade de fazer trabalhar em sintonia a força guerreira  de  Gengis Khan e o gênio inventivo de Leonardo da Vinci; imagine o que você faria se pudesse ter, em uma mesma equipe, a coragem de Rambo e a inventividade do Professor Pardal.

LEONARDO-DA-VINCIBem, o que ocorre é que, dentro de cada um de nós, há duas dimensões emocionais que representam exatamente esses dois fatores: Marte, que na mitologia grega é o senhor da guerra, e representa a nossa porção heroica e guerreira; e Urano, na Mitologia o deus do Céu, que representa, entre outras coisas, a nossa porção revolucionária e inventiva.

E a boa notícia é que neste dia 09 de Setembro, os dois fazem um trígono (ângulo de cento e vinte graus),  permitindo uma estimulação e um consentimento recíprocos, possibilitando uma arregimentação de forças que nos levem a atingir os nossos objetivos. Uma ótima ocasião para formular esses objetivos, estabelecendo suas metas e definindo o que você quer realizar, pois tanto os nossos potenciais combativos (Marte) quanto nossa inventividade criadora (Urano) funcionam muito melhor e são muito mais produtivos quando temos o alvo de nossos esforços bem delimitados. Aproveite, portanto, o momento para iniciar (ou reiniciar) a marcha que o levará às vitórias que você almeja.

Com a velocidade com que as mudanças estão se processando na sociedade, não há mais tempo para se perder em andanças sem destino. É preciso saber o que queremos e o que faremos, com planos bem armados e estratégias inteligentes.

Hora de ir em frente.

E não tenha medo de ser tachado de “diferente”, “revolucionário” ou mesmo de “visionário”: se você compreende o significado mais elevado do combate, não se furte de travá-lo.

Vá à luta! Simplesmente AJA!!!

E lembre-se: se viver é lutar, é importante compreender o significado maior da luta, pois quando se luta por um ideal, há muito mais coragem e força.

Portanto, procure apreender o sentido mais amplo dos constantes combates que, o tempo todo, você tem que travar. Perceba a função libertadora deles em sua vida e em sua evolução e você vai se surpreender com as forças ocultas que surgirão do seu interior.

Dica Cinematográfica

O filme O Campo dos Sonhos (Field of Dream, USA, 1989), dirigido por Phil Alden Robinson e estrelado por Kevin Costner e James Earl Jones e com uma participação pra lá de especial de Burt Lancaster.

CAMPO-DOS-SONHOS02Um belo filme, sensível e inspirador, que conta a história de um homem que ousou perseguir o mais inusitado dos sonhos.

E, no caminho, encontrou a si mesmo.