Arquivo mensal: março 2016

O Simbolismo Astrológico no Calendário Cristão

Olá, Amigos!

Aqui é o Haroldo Barros!

 

Você sabe como se calcula a data da Páscoa? E do Carnaval? Você sabia que o calendário cristão e as festas religiosas estão inteiramente impregnados de simbolismo astrológico? E as próprias datas são indicadas pelos movimentos celestes?

Assista ao vídeo e descubra.

 

 

Simbolismo No Calendário

Você poderá se surpreender com os significados astrológicos e simbólicos de muitos dos conceitos religiosos que você conhece.

E uma feliz celebração pascoal !!!

 

Haroldo

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O Sol Entra Em Áries: Equinócio e Ano-Novo Solar

O Sol ingressa o signo de Áries, inaugurando um novo ano solar.

 

Olá, Amigos!

O Sol ingressa, nesse dia 20 de Março de 2016, no signo de Áries.

Para entender melhor tudo o que isso significa, clique na imagem abaixo e acompanhe o vídeo.

 

Video Equinócio 2016 Capa

 

Você entenderá melhor o significado de Primavera Cósmica e o ciclo de ativação que esse fenômeno traz.

Feliz Ano-Novo!!!!

Haroldo Barros

 

 

 

 

Júpiter em trígono com Plutão

Os planetas Júpiter e Plutão se colocam em trígono (120 graus), trazendo a possibilidade

de descoberta dos grandes talentos humanos.

 

Nesse significativo evento, o Universo abre as portas para essa grande e instigante possibilidade: clarear, em nossa mente e nosso coração, qual o nosso propósito de vida, nossa missão pessoal.

Por favor, clique na imagem e assista ao vídeo.

Miniatura

 

O vídeo se refere ao Curso Argonautas do Infinito.

Mas a análise sobre o trígono Júpiter – Plutão lá contida certamente lhe será útil.

E você descobrirá como fazer para cantar, ao logo da vida, uma canção em uníssono com a grande Sinfonia Universal.

A gente se encontra lá!

Paz e Luz!

Haroldo Barros

P.S.:

Por favor, poste algum comentário. Será uma alegria interagir com você, lá no Youtube!

H.

 

 

Marte entra em Sagitário

Continuando o seu caminho pela roda zodiacal, o planeta Marte entra no signo de Sagitário, inaugurando um ciclo de refinamento da força e do potencial combativo.

Em torno do Século VI de nossa era, os povos da antiga Bretanha foram unificados politicamente por um chefe tribal que os liderou na guerra contra os invasores saxões, que vinham do norte em numerosos barcos e aportavam nas praias da ilha.

Sir Thomas Malory

Já no século XIII, um escritor romântico, Sir Thomas Mallory, escreveu o clássico “A Morte de Arthur”, onde narra a épica história de um jovem rei, alçado ao trono de maneira inesperada e que, por seu carisma, coragem e justiça, consegue reunir ao seu redor um grupo de valorosos combatentes, que lutavam pelos ideais de justiça e honra.

Provavelmente você conhece a história do Rei Arthur e dos Cavaleiros da Távola Redonda, a mesa sem cabeceira, onde todos são iguais. Já deve ter visto ou lido uma das muitas versões cinematográficas ou literárias dessa que é considerada a última mitologia do Ocidente.

Há uma hipótese histórica que liga o personagem mítico Arthur a esse chefe tribal da velha Bretanha.

Mas isso, francamente, não nos importa, neste momento.

Queremos chamar atenção para outros aspectos desse sensacional mito.

Arthur recebe Excalibur

Há muita riqueza em seus magníficos personagens: o justo Arthur e sua espada Excalibur, forjada com metal vindo do céu; a bela rainha Guinewere; o impetuoso Gawaine; o invencível Lancelotte; a misteriosa Morgana; o poderoso Merlin, o Mago… E claro, o Santo Graal.

O Cálice de Cristo, dotado de miraculosos poderes de cura, que teria sido levado à Bretanha por José de Arimatéia, e que desaparece misteriosamente da corte de Arthur, em Camelot.

E então todos os cavaleiros da Távola Redonda se põem em busca do Santo Cálice. Essa busca ficou conhecida como a Demanda do Graal. E a maioria dos cavaleiros da Távola Redonda pereceu nessa busca ou retornou a Camelot ferido ou louco.

Muitos eram os desafios e as armadilhas do caminho.

Um, porém, um único cavaleiro, dentre tantos nobres guerreiros, é capaz de reencontrar e resgatar o Graal: Sir Percival, que se destaca não por sua coragem e força, capacidades inerentes a qualquer um dos cavaleiros da Távola Redonda, mas por sua capacidade de compreender o que há de mais além, de refinar a coragem e a força, transcendo-as a um discernimento místico-filosófico que o capacitou a, vencendo primeiro os inimigos

O Graal

interiores, ultrapassar os obstáculos à conquista do Grande Prêmio.

 

Esse era o segredo do Graal: somente quem vencesse seus piores medos e pudesse dominar as próprias fraquezas seria capaz e merecedor de resgatar o Cálice.

E apenas um cavaleiro de muita fé seria capaz disso. Percival, o bondoso e religioso Percival, foi o escolhido.

Com a entrada de Marte em Sagitário, somos convidados pelo Cosmos a ativar o Percival dentro de nós. O nosso guerreiro interno, aquele que nos impulsiona, nos ativa, nos ajuda a decidir e a travar as batalhas pela vida, não deixa de ser corajoso, combativo e forte, mas compreende que a cada luta, há um sentido maior e mais elevado.

Se não há um sentido na luta não há porquê em lutar.

Durante a estada de Marte em Sagitário, fique atento aos combates para os quais você está sendo chamado. E perceba que cada um deles pode ser um motivo e uma oportunidade de crescimento. E não se furte a travar os bons combates, aqueles que merecem ser travados.

Marte entra em Sagitário neste dia 05 de Março, inicia um movimento retrógrado a 17 de Abril e acaba por retornar a Escorpião em 27 de Maio. Reinicia o movimento direto em 29 de Junho, retornado a Sagitário a partir de 02 de Agosto e aí permanecendo até o dia 27 de Setembro.

Vencer a bestialidade e a própria humanidade e buscar a transcendência, eis a maior das batalhas. E lembre-se do que ensinava Gáutama, o Buda: embora um homem vença mil vezes mil homens em combate o maior guerreiro é aquele que conquista a si mesmo.

Dicas:

Dada a amplitude e multiplicidade do tema deste artigo, vamos nos permitir oferecer várias dicas:

Literárias:

As Brumas de Avalon, de Marion Zimmer Bradley. A história de Arthur e da Távola Redonda sob o ponto de vista das mulheres (Imperdível!);

As Crônicas de Arthur, de Bernard Cornwell. Trilogia bem realística e cruenta do que deve ter sido a Bretanha do Século VI;

A Trilogia de Merlin, de Mary Stuart, que conta a história sob a ótica do Mago Merlin.

Cinematográficas:

Excalibur, de John Boorman

Indiana Jones e a Última Cruzada, de Steven Spielberg

E, se você preferir uma linguagem cinematográfica menos simbólica,

Nascido Para Matar, de Stanley Kubrick